quarta-feira, 23 de setembro de 2009

De perto ninguém é normal!

Estava navegando na rede, quando me deparei com as seguintes manchetes, as quais, me fizeram refletir sobre a frase acima.

The Mamas & The Papas: Lider Injetava heroína e fazia sexo com filha
Obs: Ele injetava heroína em si mesmo e na filha, conta a própria filha, Mackenzie Phillips, além de praticar sexo. Phillips, está lançando um livro, contando os detalhes dessa sórdida relação e pedindo ao mundo para perdoar seu pai, pois ele era um homem bom, todavia viciado etc.


Mackenzie Phillips


Anna Nicole Smith teria tido caso com sua psiquiatra
"A modelo e ex-coelhinha da Playboy Anna Nicole Smith, morta em 8 de fevereiro de 2007 após um overdose de remédios, teria tido um envolvimento amoroso com sua psiquiatra". Há fotos e filmagens demosntando os tais atos, inclusive a psiquiatra está sendo investigada por causa da morte de Nicole. Sim, esta era a garota que casou com o bilionário de 90 anos, que obviamente veio a falecer em seguida; depois, lutou muito por seu quinhão na herança, acabou obtendo US$ 80 milhões, para em seguida acabar morrendo de overdose. Tudo isso, em meio a uma vida repleta de amantes, tumultos e intrigas, como um filme de Hollywood, porém com final triste.



Anna Nicole Smith


Não gente, este blog não se tornou mais um blog de fofocas, apenas foram histórias que me fizeram refletir, e cada vez mais entender, ou tentar entender, que a vida é paradoxal, bela, triste, amedrontatora, efêmera e por aí vai. Alguém arisca em dizer que conhece o ser humano a seu lado, eu não arrisco!! Mal, comecei a conhecer-me, imagine os outros! Não sabemos o surto e ou o susto que o amanhã nos reserva, logoportanto, não temos controle sobre nossas vidas e atos, quem dera tivêssemos, poderíamos ser, então, os diretores, atores e produtores de nossos próprios filmes, escolhendo os roteiros, tempos, falas e principalmente os finais, háaaa, os finais, seriam somente de nossos agrados. Mas, sempre tem um mas.

Mas, somos apenas humanos, imbuídos em seguir em frente, independentemente de gostar, ou não do roteiro, dos personagens e do final. Então, que aceitemos e vivamos nossas humildes existências finitas, mas que essas existências sejam duradouras e infinitas em sua plenitude dos instantes em que ocorram, para que assim, possamos ser, pelo memos, bons atores.


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